Mãe que rejeitou abortar filho com Síndrome de Down recebe prêmio europeu One of Us
30/03/2016 - 21h35 em Mundo

A história da tailandesa Pattarambon Chambua foi divulgada pelos meios de comunicação em 2014 depois que, ante sua situação de pobreza, começou a ser ‘barriga de aluguel’. O casal australiano que lhe pagou quis obrigá-la a abortar um dos gêmeos que esperava, porque tinha síndrome de down. Ela rejeitou abortá-lo e ao nascer ambos, ficou com o bebê que era deficiente. O casal australiano levou somente o bebê sadio.

 

No dia 12 de março, Chambua recebeu em Paris (França) o primeiro Prêmio One Of Us, por ter defendido a vida de Gammy, como chamou o pequeno.

 

“Todos temos direito à vida. Eu cheguei a esta convicção graças às experiências que tive com Gammy. É um menino normal que precisa de amor, como todas as pessoas humanas. É um menino sociável, amável e muito querido por todos”, afirmou a jovem mãe de 23 anos durante a entrega do prêmio.

 

“Quero dizer às famílias que esperam uma criança com trissomia 21 (síndrome de down) que terão uma pérola entre as pérolas, um presente que vai fazer com que vejam as coisas de maneira diferente e viver o amor com ‘A’ maiúscula”, assegurou.

 

Em seguida, Chambua agradeceu receber o prêmio: “Esta não é uma recompensa para mim, mas para toda a minha família que me ajuda a cuidar de Gammy e a todas as pessoas que apoiaram”, declarou depois de receber o prêmio.

 

O foro europeu One of Us reúne 31 organizações de 16 países europeus. Entre elas estão as seguintes instituições espanholas: a associação Cidevida, a plataforma CitizenGo, a associação de cientistas e investigadores CíViCa, a Federação Espanhola de Associações Provida, o Foro Espanhol da Família, a Fundação REDMADRE, a Fundação Valores y Sociedad, a plataforma Hazte Oír e a associação Profissionais por la Ética.

 

Outros grupos pertencentes a este Foro são o Movimento per la Vita (pela Vida), da Itália, Pro Life Alliance and Core, do Reino Unido, Together for Life Association, da Hungria, e Humana Vita Foundation, da Polônia.

 

Fonte: Rede Século 21 e ACI Digital

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