CNBB divulga Mensagem para as Eleições 2016
13/04/2016 - 19h48 em CNBB

Assembleia também tratou sobre a atuação da Pastoral do Dízimo

A CNBB apresentou na tarde desta quarta-feira (13), a Mensagem para as Eleições 2016. Além do parecer político dos bispos do Brasil, também foram apresentadas questões discutidas sobre a atuação da Pastoral do Dízimo, durante a Assembleia Geral que acontece em Aparecida (SP).

Dom Murilo Sebastião Krieger, arcebispo de Salvador (BA) e vice-presidente da CNBB, e Dom Roberto Ferrería Paz, bispo de Campos (RJ) atenderam à imprensa e comentaram os assuntos.

Antes de fazer a leitura completa do texto, Dom Roberto Ferrería frisou que, mais do que uma mensagem, a CNBB apresenta uma cartilha sobre as eleições. “Ela convoca os leigos a serem protagonistas antes e depois das eleições, para dar sentido a uma democracia mais atuante e mais participativa”.

Segundo o bispo, na Mensagem são apresentadas orientações pastorais sobre o exercício da responsabilidade cidadã.

Citando a exortação apostólica “Os Fiéis Leigos”, o texto diz que “os cristãos leigos e leigas não podem 'abdicar da participação na política'”.

A Mensagem também diz que “para votar bem é imprescindível conhecer, além dos programas dos partidos, os candidatos e sua proposta de trabalho”. Também é destacada a Lei da Ficha Limpa, como importante “instrumento iluminador do eleitor” e pedida atenção à questão de financiamento das campanhas eleitorais e compra e venda de votos.

É reafirmado ainda que “a Igreja Católica não assume nenhuma candidatura”, no entanto, destaca a importância da inserção dos cristãos no meio político para que possam semear ali os valores evangélicos.

Por fim, a Mensagem lembra aos eleitores da importância do acompanhamento dos candidatos depois de eleitos. “Estejam atentos à elaboração e implementação de políticas públicas que atendam, especialmente, às populações mais vulneráveis”, descreve.

Pastoral do Dízimo – Tratando da temática da Pastoral do Dízimo, Dom Murilo Krieger ressaltou que o texto base ainda não foi finalizado, mas que trará importantes orientações, que, ao mesmo tempo, não são obrigatórias.

O bispo explicou que a primeira parte do texto traz orientações para a Pastoral do Dízimo. A segunda apresenta orientações práticas de como implantar o trabalho, como organizar, quem são os agentes e, por fim, apresenta reflexões sobre aspectos jurídicos.

Dom Murilo destacou também que “a riqueza da Assembleia é buscar caminhos comuns. Cada bispo buscará colocar em prática as orientações de acordo com sua realidade“.

FONTE: CNBB

 

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